terça-feira, 20 de dezembro de 2011

No meio de milhões de possibilidades
Fui aquele que nasci
Que significa isto?
No meio de milhões de possibilidades
Tive a sorte de nascer onde nasci
Que significa isto?
No meio de milhões de possibilidades
Acabo por não ser assim tão diferente
Que significa isto?
No meio de milhões de possibilidades
Não sei qual o objectivo
Que significa isto?
Uma coisa é certa
A morte
Mas a pergunta mantém-se
Que Significa isto?


terça-feira, 29 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Ontem algures perto de Alcochete.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

Hoje o meu carro dorme numa cama de casal e eu numa de solteiro.
(estacionei literalmente em cima de um colchão de casal)

domingo, 16 de outubro de 2011

"i want to die young, as late as possible."
in No Reservations

(corrigido)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

sábado, 8 de outubro de 2011

Quantos triângulos estão aqui?



Quem conseguir sem batota (ou mesmo com) diga nos comments.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

"There are two kinds of people in this world. Those who can extrapolate from incomplete data"

Nerd Joke

Baby I wish I was your derivative so I could lie tangent to your curves ;)

KIVA



"So if you want a poster or if you want to indirectly purchase some baby poo go to dftba.com" LOL

terça-feira, 4 de outubro de 2011

"A diferença entre cagar e apanhar no cu é vectorial." Numa casa-de-banho da NOVA SBE

sábado, 1 de outubro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Learning mathematics is like learning how to drive. You cannot learn unless you do it yourself."

domingo, 25 de setembro de 2011

Meh

Ver "take away shows" do "La Blogoteque" tira toda a tusa de estudar Cálculo.

Com o blogger no telemóvel estes disparates estão totalmente facilitados!

sábado, 24 de setembro de 2011

A caminho de Lisboa

Yummy

"El olor de la muerte, Javier, el olor de la muerte." in Soldados de Salamina

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tenho preguiça de escrever aqui.
De momento estou de férias numa altura bem porreira que pouca vontade dá de escrever o que vivo, estou mais num período de "acumulação" do que de exposição.
Vou esperar pelas aulas para procrastinar nos momentos menos apropriados (ou até ter um rasgo de vontade durante as férias).

Aos três contribuidores de até agora e às cerca de 2 pessoas que lêem o blog, até logo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

"Com as palavras todo cuidado é pouco, mudam de opinião como as pessoas." [...] "Porque as palavras, se não o sabe, movem-se muito, mudam de um dia para o outro, são instáveis como sombras, sombras elas mesmas, que tanto estão como deixaram de estar, bolas de sabão, conchas de que mal se sente a respiração, troncos cortados."

José Saramago, As Intermitências da Morte

quarta-feira, 1 de junho de 2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

Pergunta-me

Pergunta-me
se ainda és o meu fogo
se acendes ainda
o minuto de cinza
se despertas
a ave magoada
que se queda
na árvore do meu sangue

Pergunta-me
se o vento não traz nada
se o vento tudo arrasta
se na quietude do lago
repousaram a fúria
e o tropel de mil cavalos

Pergunta-me
se te voltei a encontrar
de todas as vezes que me detive
junto das pontes enevoadas
e se eras tu
quem eu via
na infinita dispersão do meu ser
se eras tu
que reunias pedaços do meu poema
reconstruindo
a folha rasgada
na minha mão descrente

Qualquer coisa
pergunta-me qualquer coisa
uma tolice
um mistério indecifrável
simplesmente
para que eu saiba
que queres ainda saber
para que mesmo sem te responder
saibas o que te quero dizer

Mia Couto,
in Raiz de Orvalho e Outros Poemas
"because happiness doesn't come in bottles"

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Disse Deus, Haverá uma Igreja, que, como sabes, quer dizer assembleia, uma sociedade religiosa que tu fundarás, ou em teu nome será fundada, o que é mais ao menos o mesmo se nos ativermos ao que importa, e essa Igreja espalhar-se-á pelo mundo até a confins que ainda estão por conhecer, chamar-se-á católica porque será universal, o que, infelizmente, não evitará desavenças e dissenções entre os que te terão como referência espiritual, mais, como já te disse, do que a mim próprio, mas isso será apenas por algum tempo, só uns milhares de anos, porque eu já era antes que tu fosses e sempre o hei-de ser depois que tu deixes de ser o que és e o que serás, (...) O que quero que me digas é como viverão os homens que depois de mim vierem, Referes-te aos que te seguirem, Sim, se serão mais felizes, Mais felizes, o que se chama felizes, não direi, mas terão a esperança de uma felicidade lá no céu onde eu eternamente vivo, portanto a esperança de viverem eternamente comigo, (...) Quero saber mais, disse Jesus quase com violência, (...) Quero saber como chegarão as pessoas a crer em mim e a seguir-me, não me digas que bastará o que em meu nome disserem depois de mim os que em mim já creiam, dou-te um exemplo, os gentios e os romanos, que têm outros deuses, quererás tu dizer-me que, sem mais nem menos, os trocarão por mim, Por ti não, por mim, Por ti ou por mim, tu próprio dizes que é o mesmo, não joguemos com as palavras, responde à minha pergunta, Quem tiver a fé virá a nós, Assim, sem mais nada, tão simplesmente como acabas de o dizer, Os outros deuses resistirão, E tu lutarás contra eles, por certo, Que disparate, tudo quanto acontece, é na terra que acontece, o céu é eterno e pacífico, o destino dos homens cumprem-no os homens onde estiverem, Dizendo as coisas por claro, (...) vão morrer homens por ti e por mim, Os homens sempre morreram pelos deuses, até por falsos e mentirosos deuses, Podem os deuses mentir, Eles podem, E tu és, de todos, o único e verdadeiro, Único e verdadeiro, sim, E, sendo verdadeiro e único, nem assim podes evitar que os homens morram por ti, eles que deviam ter nascido para viver para ti, na terra, quero dizer, não no céu, onde não terás, para lhes dar, nenhuma das alegrias da vida, (...). Disse Jesus, Estou à espera, De quê, perguntou Deus, como se estivesse distraído, De que me digas quanto de morte e de sofrimento vai custar a tua vitória sobre os outros deuses, com quanto de sofrimento e de morte se pagarão as lutas que, em teu nome e no meu, os homens que em nós vão crer travarão uns contra os outros, Insistes em querer sabê-lo, Insisto, Pois bem, edificar-se-á a assembleia de que te falei, mas os caboucos dela, para ficarem bem firmes, haverão de ser cavados na carne, e os seus alicerces compostos de um cimento de renúncias, lágrimas, dores, torturas, de todas as mortes imagináveis hoje e outras que só no futuro serão conhecidas, Finalmente, estás a ser claro e directo, continua, Para começar por quem tu conheces e amas, o pescador Simão, a quem chamarás Pedro, será, como tu, crucificado, mas de cabeça para baixo, crucificado também há-de ser André, numa cruz em forma de X, ao filho de Zebedeu, aquele que se chama Tiago, degolá-lo-ão, E João, e Maria de Magdala, Esses morrerão de sua natural morte, quando se lhes acabarem os dias naturais, mas outros amigos virás a ter, discípulos e apóstolos como os outros, que não escaparão aos suplícios, é o caso de um Filipe, amarrado à cruz e apedrejado até se lhe acabar a vida, um Bartolomeu, que será esfolado vivo, um Tomé, que matarão à lançada, um Mateus, que não me lembro agora de como morrerá, um outro Simão, serrado ao meio, um Judas, a golpes de maça, outro Tiago, lapidado, um Matias degolado com acha-de-armas, (...) Todos eles vão ter de morrer por causa de ti, perguntou Jesus, Se pões a questão nesses termos, sim, todos morrerão por minha causa, E depois, Depois, meu filho, já to disse, será uma história interminável de ferro e de sangue, de fogo e de cinzas, um mar infinito de sofrimento e de lágrimas, Conta, quero saber tudo. Deus suspirou e, no tom monocórdico de quem preferiu adormecer a piedade e a misericórdia, começou a ladainha, por ordem alfabética para evitar melindres de precedências, Adalberto de Praga, morto com um espontão de sete pontas, Adriano, morto à martelada sobre uma bigorna, Afra de Ausburgo, morta na fogueira, (...) Águeda de Sicília, morta com os seios cortados, (...) Anastácio de Salona, morto na forca e decapitado, Anastásia de Sírmio, morta na fogueira e com os seios cortados, Ansano de Sena, morto por arrancamento das vísceras, Antonino de Pamiers, morto por esquartejamento, (...). É tudo, perguntou Jesus a Deus, Não, ainda faltam as guerras, Também haverá guerras, E matanças, (...) que guerras são essas, Muitas, um nunca mais acabar delas, mas sobretudo as que serão feitas contra ti e contra mim em nome de um deus que ainda está por aparecer, Como é possível estar para aparecer um deus, um deus, se realmente o é, só pode existir desde sempre e para sempre, Reconheço que custa a compreender, não menos a explicar, mas vai suceder como te estou dizendo, um deus virá e lançará contra nós, e os que então nos seguirem, povos inteiros, não, não tenho palavras bastantes para contar-te das mortandades, das carnificinas, das chacinas, imagina o meu altar de Jerusalém multiplicado por mil, põe homens no lugar dos animais, e nem mesmo assim chegarás a saber ao certo o que foram as Cruzadas, (...).
Passou tempo, o nevoeiro não tornou a falar, e Jesus perguntou, agora num tom de quem só espera uma resposta afirmativa, Nada mais. Deus hesitou, e depois, em tom cansado, disse, Ainda há a Inquisição, mas dela, se não te importas, podíamos falar noutra altura, Que é a Inquisição, A Inquisição é outra história interminável, Quero saber, Seria melhor que não soubesses, Insisto, Vais sofrer na tua vida de hoje remorsos que são do futuro, E tu, não, Deus é Deus, não tem remorsos, Pois eu, se já levo esta carga de ter de morrer por ti, também posso aguentar os remorsos que deviam ser teus, (...) A Inquisição, também chamada Tribunal do Santo Ofício, é o mal necessário, o instrumento crudelíssimo com que debelaremos a infecção que um dia, e por longo tempo, se instalará no corpo da tua Igreja por via das nefandas heresias em geral e seus derivados e consequentes menores, a que se somam umas quantas perversões do físico e do moral, o que, tudo reunido e posto no mesmo saco de horrores, sem preocupações de prioridade e ordem, incluirá luteranos e calvinistas, molinistas e judaizantes, sodomitas e feiticeiros, mazelas e algumas que serão do futuro, outras de todos os tempos, E, sendo a necessidade que dizes, como procederá a Inquisição para reduzir esses males, A Inquisição é uma polícia e é um tribunal, por isso haverá de prender, julgar e condenar como fazem os tribunais e as polícias, Condenará a quê, Ao cárcere, ao degredo, à fogueira, À fogueira, dizes, Sim, vão morrer queimados, no futuro, milhares e milhares e milhares de homens e mulheres, De alguns já me tinhas falado antes, Esses foram lançados à fogueira por crerem em ti, os outros sê-lo-ão por duvidarem, Não é permitido duvidar de mim, Não, Mas nós podemos duvidar de que o Júpiter dos romanos seja deus, O único Deus sou eu, eu sou o Senhor, e tu és o meu Filho, Morrerão milhares, Centenas de milhares, Morrerão centenas de milhares de homens e mulheres, a terra encher-se-á de gritos de dor, de uivos e roncos de agonia, o fumo dos queimados cobrirá o sol, a gordura deles rechinará sobre as brasas, o cheiro agoniará, e tudo isto será por minha culpa, Não por tua culpa, por tua causa, Pai, afasta de mim esse cálice, Que tu o bebas é a condição do meu poder e da tua glória, Não quero esta glória, Mas eu quero esse poder. (...) Então o Diabo disse, É preciso ser-se Deus para gostar tanto de sangue.

José Saramago,
in O Evangelho segundo Jesus Cristo

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Soneto de separação

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Vinicius de Moraes,
in Poemas, sonetos e baladas
Recomeça...

Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só a metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...

Miguel Torga,
in Sísifo

terça-feira, 10 de maio de 2011

Piadas

Vira-se uma impressora para a outra e diz:
-Esta folha é tua ou é impressão minha?

Como é que se mata uma planta?
R: Faz-se-lhe a folha!!!

O que é um ponto vermelho numa sopa de ervilhas?
R: uma ervilha a suster a respiração!

Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados. Um
morreu, o outro não, porquê?
-Por que um deles era Longa Vida.

Seca, seca é:
Viver sozinho e fugir de casa!

- Como é qe se cantam os parabéns a um doente em fase terminal?
- Parabéns a você,
nesta data querida,
muitas felicidades,
na na na na na na...

O que é que diz o Frodo quando se aleija?
Froda-se!

Estavam duas bananas, uma cai e a outra descasca-se a rir! =)

Era uma vez um cão que respirava pelo cú.
Sentou-se e morreu.

Porque é q o canguru entrou para a universidade?
Porque tinha bolsa!
Dor de Alma

Meu pratinho de arroz doce
polvilhado de canela;
Era bom mas acabou-se
desde que a vida me trouxe
outros cuidados com ela.

Eu, infante, não sabia
as mágoas que a vida tem.
Ingenuamente sorria,
me aninhava e adormecia
no colo da minha mãe.

Soube depois que há no mundo
umas tantas criaturas
que vivem num charco imundo
arrancando arroz do fundo
de pestilentas planuras.

Um sol de arestas pastosas
cobre-os de cinza e de azebre
à flor das águas lodosas,
eclodindo em capciosas
intermitências de febre.

Já não tenho o teu engodo,
Ó mãe, nem desejo tê-lo.
Prefiro o charco e o lodo.
Quero o sofrimento todo,
Quero senti-lo, e vencê-lo.

António Gedeão
Ninguém sabe o que está a acontecer
Podermos o comboio foi o que foi
(pelo menos é o que dizem os entendidos)
O certo é que os dias estão mais curtos
E há folhas a cair nas sílabas de Setembro

Recordo a partida e a viagem
E a tua alma está sentada numa estação qualquer perplexa
Perplexa
Como se tivesse perdido a memória e o lugar

Talvez te faça bem um copo e um cigarro
Nada de pânico: a crise esta no tempo
E ninguém sabe a direcção

Recordo os dias longos de verão
As folhas caem-te por dentro
Setembro é o sitio e estas sentado
A espera
De um sentido.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

"Como posso eu ser um elemento da «espécie humana»? «Espécie humana» é já uma contradição nos seus termos. Basta o homem pensar-se para fazer saltar a «espécie». Uma espécie alinha-se pelo aparente e previsível. Mas o homem não é previsível. Quando me penso, me sei, me desdobro entre mim e mim, sou único. E nesse caso a espécie sou eu."

Vergílio Ferreira,
in Pensar
"No burden is too important to carry."

segunda-feira, 4 de abril de 2011



De um live action que vi com a minha irmã: Hana Yori Dango

sábado, 2 de abril de 2011

Awesome!

"Devia ser crime as pessoas levantarem-se antes da tesão matinal, quase."

LOL

(Na minha qualidade de mulher, obviamente não fui eu que disse uma coisa destas...)

quarta-feira, 23 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Devia estar a estudar. Devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, devia estar a estudar, (devia estar a estudar,) devia estar a estudar...

quinta-feira, 17 de março de 2011

“Quando tudo parece escuridão, lembra-te que por detrás do negro do dia, há sempre um raio de sol... Porque a chuva cai sazonalmente, e o sol nasce diariamente...”
"Veni, vidi, vici"

domingo, 13 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Eu sou um gato.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

"C'est nulle"
Céline Ippolito

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

"It looked like a south carolina chain gang coming out of her asshole. One nigga after another."
Efukt.com

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Humildade

A verdadeira humildade reside na pessoa que não se considera mais humilde que outra.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

"He who give back at the first repulse and without striking the second blow despairs of success, has never been, is not, and never will be, a hero in war, love, or business."
-Frederic Tudor, front cover, Ice Diary, 1843

sábado, 1 de janeiro de 2011