As pessoas pensam, as pessoas fazem, as pessoas ressoam como todos, como tudo, todos dentro de si e em si. Nada mais. O mundo é a insignificância levada ao extremo e as pessoas os súbditos de nada. Todos estão cobertos de si próprios, uma camada viscosa e celulenta que mete nojo tocar. Apreço pelos verdadeiros seres pensantes descobertos e à descoberta. Deixei-me de alumiar, sou uma irracionalidade pegada, que tem nojo por camadas e é uma insignificância involuntária. Fosse melhor, seria mais facilmente um ser livre ou um ser morto a um insecto ranhoso.
Escrito há uns tempos, meados de 2008.
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